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terça-feira, 21 de julho de 2009

Autor de As Cinco Linguagens do Amor passará por Recife divulgando Castelo de Cartas


Em setembro, Gary Chapman, consagrado pelo best-seller As Cinco Linguagens do Amor, virá ao Brasil. Em sua curta passagem pelo país, o autor visitará as cidades de Brasília, Recife e São Paulo, nas quais ministrará sobre alguns de seus livros. Há dez anos Chapman ensina seus leitores sobre as diferentes linguagens do amor. Agora, em seu mais novo lançamento, Castelo de Cartas, ele trabalha com uma nova temática, ensinando os casais a manter vivo o casamento, evitando que ele desmorone. Em suas palestras, Chapman falará sobre os dez principais comportamentos responsáveis por destruir casamentos e como evitá-los.
Confira os locais, datas e horários dos eventos:

28 de setembro - Brasília - Auditório do Colégio Militar
15h - As Cinco Linguagens do Amor
20h - Castelo de Cartas
Realização: MW Distribuidora
29 de setembro - Recife - Centro de Convenções da UFPE
19h30 -Castelo de Cartas
Apoio: Livraria Luz e Vida
30 de setembro - São Paulo - Igreja Bíblica da Paz
20h -Castelo de Cartas

Em Recife e São Paulo, os leitores que adquirirem o livro Castelo de Cartas terão direito de assistir às palestras com o autor, retirando seus exemplares no local do evento. Em breve disponibilizaremos em nosso blog mais informações sobre a vinda de Gary Chapman ao Brasil e como adquirir seu livro/ingresso. Por enquanto, leia a sinopse do livro no próximo post logo abaixo.

Castelo de Cartas

Como qualquer relação, o casamento é pontuado por altos e baixos. Com exceção das pequenas crises conjugais, muitas vezes geradas por situações banais e corriqueiras, há quadros caóticos que precisam de tratamento urgente. Nessas situações, a pior atitude é afastar-se do problema ou ignorá-lo, fingindo que ele desaparecerá por conta própria.

Quando a relação conjugal chega neste ponto, o senso comum sugere que se abandone o barco e parta em busca da felicidade, ou seja, divórcio. Entretanto, para aqueles que consideram o casamento mais do que um simples contrato, um grande desafio precisa ser enfrentado.

Gary Chapman discute essas questões de extrema gravidade e que possuem enormes conseqüências sobre o casamento e a família em Castelo de cartas. Ele compartilha com o leitor diversos casos reais que conheceu durante os atendimentos em seu consultório, dispondo-se a discutir dez principais temas que, se não tratados a tempo e com firmeza, farão o casamento desmoronar:

– irresponsabilidade
– excesso de trabalho
– quando o cônjuge é controlador ao extremo
– falta de comunicação
– abuso verbal
– abuso físico
– abuso sexual
– infidelidade
– alcoolismo e uso de drogas
– depressão

Mesmo sabendo que qualquer questão conjugal é de responsabilidade de marido e mulher, Chapman incentiva e orienta o leitor a ser uma influência positiva no casamento dando o primeiro passo, sem esperar que a atitude parta do outro.

Descubra como ser uma influência positiva sobre seu cônjuge! O autor mostra por meio de casos reais que é possível, sim, salvar um casamento à beira do desmoronamento. Castelo de cartas é indicado para quem se recusa a viver uma relação infeliz e acredita que fazer a coisa certa é buscar a restauração do matrimônio.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

10 ANOS DE CASADOS. JUNTINHOS E FELIZES, GRAÇAS A DEUS...


Eva, essa mulher me laçou de forma tal que quando dei conta, já estava morando dentro de sua vida, de sua lindeza e de seu amor!
Eva... Ela conseguiu dar as cartas ao meu coração, traduziu a minha dúvida em amor e prazer e me deu a oportunidade de casar-se com ela!
Eva... Essa mulher é a grande nobreza única, febril, intensa, amorosa e pra sempre de minha vida!
Eu gostaria de compartilhar com você essa data muito importante e graciosa da vida dela e da minha.
EVA E MARCOS... 10 ANOS DE CASADOS... 03 DE 07 DE 1999.
Grande abraço pra você e que DEUS ajude!

Casamento: o princípio do prazer

Antes de qualquer coisa é preciso que fique claro que ninguém entra num relacionamento visando uma experiência de dor. Na verdade é o prazer, não a dor, que nos atrai ao casamento. Mas não podemos falar de prazer como princípio sem antes declarar que a dor, ou, numa hipótese melhor, experiências desagradáveis, também faz parte do pacote.

Assim, aqueles que pretendem se casar e não estão considerando a possibilidade de experiências no mínimo desconfortáveis, precisam rever suas crenças. É que a dor, em maior ou menor grau, sempre aparece como figurante, quando não como personagem principal, em nossa história de amor.

O que se pode fazer numa relação é investir no sentido de que os índices de prazer predominem sobre os da dor; é trabalhar para que as experiências prazerosas se mantenham disparadamente à frente dos desconfortos; é evitar que o desprazer cresça a ponto de causar-nos desânimo ou de ativar, em nossas fantasias, o mito da grama mais verde.

Se a dor, não o prazer, dominar a relação, tal casamento está fadado à destruição.

O prazer não deve ser buscado, num casamento, como um fim em si mesmo. Isso seria hedonismo. Quem se casa pensando somente no prazer não vê o outro como pessoa, mas como máquina lúdica. O outro deve ser alvo do nosso amor, principalmente em situações em que algo em sua vida não seja do nosso agrado. Se assim for, até mesmo em situações desconfortáveis experimentaremos o prazer de estar ao lado, de ajudar a pessoa amada.

São múltiplas as possibilidades de prazer no casamento. Para uns ouvir a voz da pessoa amada é extremamente prazeroso; para outros é a beleza vista que faz o coração pulsar de satisfação; para outros ainda, é o compartilhar de idéias, a troca de conhecimentos que faz com que horas de diálogo passem tão rapidamente quanto segundos; para outros são os gestos de gentileza, tais como o puxar de uma cadeira, o abrir de uma porta, o estender da mão, o servir uma refeição, o providenciar uma sandália, uma toalha, enfim...

E o toque físico? Quem não se sente bem com um cafuné depois de um dia intenso de trabalho? Com um forte e carinhoso abraço no momento do reencontro? Com aquele beijo na hora da despedida de cada dia? Todos gostamos! Porém, é no contato físico que reside boa parte dos problemas no casamento.

A dificuldade que muitos enfrentam no casamento, em relação ao contato físico, tem origem numa deformação educacional a que parcela significativa das pessoas (ou quase todas!) foi submetida, sobretudo sob influência de conceitos religiosos teologicamente mal construídos ou preconceitos morais não reavaliados.

Não são poucas as pessoas que, mesmo em nossos dias, mantém uma relação pouco amistosa com o próprio corpo. É acentuado o número de indivíduos que se sentem envergonhados com a reação de seus corpos num momento de carícia. É incrível o número de casais com problemas porque um dos cônjuges se sente culpado diante do prazer sexual ou que não consegue coadunar a fé que professa com o prazer que deseja.

Há cônjuges que sofrem calados numa relação sexual ou finge gostar do que está acontecendo simplesmente por acreditar ser vulgar dialogar com o parceiro a respeito das áreas de seu corpo que, sendo tocadas, causa maior ou menor prazer.

Nada, porém, é comparável aos conflitos em torno do que seria ou não permitido em termos físicos, no ato sexual. Nesse caso, respeitando os que pensam diferentes em função dos valores culturais e religiosos nos quais cada personalidade se desenvolveu, costumo dizer que, dentro das paredes do quarto do casal tudo é permitido, desde que seja fruto de diálogo honesto e sincero, de respeito mútuo e manifestação de interesse pelo bem estar alheio.

Casamento não existe somente para manutenção e reprodução da espécie. É essencial também à manutenção da saúde, do equilíbrio emocional do casal. Por isso, todo esforço deve ser envidado no sentido de que seja uma experiência prazerosa em vez de estressante, desconfortável ou dolorosa.

Pr Edvar Gimenes.