Blog do Grupo Verde IBEBV
Uma aréa de informação e comunhão entre casais da Igreja Batista Emanuel em Boa Viagem - Recife - PE.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
O Casal e a Intimidade
Todo ser humano precisa se relacionar. Somos seres sociais. O casal principalmente precisa aprender a se conhecer. O conhecimento leva tempo, paciência, renúncia, abertura, coragem, não ter medo de se expor.Para se conhecer não há atalhos. No casamento você tem uma oportunidade única de conhecer um ao outro, e isto requer um estudo consciente. Os dois precisam fazer um esforço consciente para entender o outro e também para se deixar conhecer. Sabemos que o universo masculino é diferente do universo feminino, por isso cabe a cada cônjuge buscar conhecer esse universo e entendê-lo.
Como esse conhecimento mútuo se processa? Primeiramente você precisa analisar que tipo de conversas você tem com seu cônjuge nos horários das refeições. Quando vocês saem para passear, qual o conteúdo de suas conversas? Você por exemplo, marido, sabe qual a cor predileta da sua esposa? Você esposa, sabe a cor predileta do seu marido? E a sobremesa predileta? O prato predileto?
Mais profundo do que isso é o que irrita um ao outro e o que agrada um ao outro. Você conhece os sinais que o seu cônjuge emite quando está irritado, ou começando a se irritar? O que você geralmente faz a respeito disto?
Você homem, presta atenção nas roupas da sua mulher? Você mulher, sabe que tipo de roupas agrada a seu marido? Certa vez quis comprar um vestido para a esposa de um amigo e liguei para lhe perguntar o número que ela usava. Fiquei surpresa ao constatar que ele não sabia o número da esposa. Nem do sapato, nem da roupa. E estavam casados há 25 anos. Esse tipo de descaso, de desinformação mostra superficialmente o quanto o marido se interessa em saber sobre sua esposa, e vice-versa.
Para você saber se você conhece ou não seu cônjuge, faça uma lista secreta de dez necessidades ou desejos de seu parceiro. Liste dez coisas que são importantes para seu companheiro, ou companheira. Depois liste o que você pensa que seu companheiro gostaria que você fizesse para ele, ou para ela. Depois seria interessante, num papo informal, você perguntar alguns desejos de seu cônjuge, ou necessidades, para ver se você sabe realmente o que é importante para ele, ou ela.
Outra maneira de saber como estão os sentimentos e emoções de seu cônjuge, o que o perturba no momento é aproveitar quando saem juntos. Em vez de conversar sobre o que os filhos fizeram ou deixaram de fazer, sobre o trabalho, etc. saber : como está seu coração? Como está você hoje? É importante Saber o que você pode fazer para ajudar a pessoa com quem você está compartilhando o mesmo teto.
Infelizmente, muitos casais têm o péssimo hábito de dormir com raiva um do outro, irados, angustiados, sem liberdade de compartilhar o mais profundo do seu coração, ou por medo de se expor, por medo da crítica, ou julgamento, ou até mesmo do simplismo com que muitos de nós tendemos a responder às angústias de nosso parceiro.
Existe coisa mais irritante do que você compartilhar seu coração com alguém, e a pessoa simplificar o que você está sentindo? Exemplo: hoje estou me sentindo muito mal, triste, melancólica. Resposta da pessoa: Deixa disso, você é uma pessoa tão de alto astral, tem tudo pra ser feliz. Como você pode ficar triste?
O coração humano é complexo, profundo, tem tanta coisa, tantos desejos, tantas ansiedades, tantas perguntas não respondidas. Como se pode julgar pelo exterior o que se passa no interior de alguém? É necessário observar, ter paciência de querer realmente saber o que se passa no coração do outro.
Falar sobre tentar conhecer o outro pode nos dar a impressão de que devemos forçar o outro a se tornar conhecido. Como já falei anteriormente, a mente humana, ou o coração humano é complexo. Não dá para entrar sem que o outro permita. Por isso que Deus sabiamente diz: “Eis que estou à porta do seu coração todo dia e bato....se você abrir, entrarei e cearei com você”. Nosso coração precisa ser respeitado. O outro somente poderá entrar nele, conhecê-lo, dissecá-lo se for permitido.
Por que muitas vezes é difícil se deixar conhecer? Medo da exposição. Quando a pessoa é insegura, não se julga capaz de ser amada, ela tem medo de intimidade.
Ela pensa que se for conhecida profundamente, o outro não gostará do que encontrará e se afastará. Não necessariamente. Muitas vezes pensamos que somos uma coisa, mas somos outra, e os outros nos vêem diferentemente do que nós. Por que não abrir a porta do coração para que outros entrem e lhe conheçam? E, precisamos também estar abertos para crescer. Somente com críticas podemos crescer. Todos têm um ponto cego. Aquele ponto em que nós não nos enxergamos, somente raspando ombro com o outro poderemos ser lapidados. É o amigo que nos diz o que fizemos de errado, ou certas características nossas que magoam e chateiam. Nesse vaivém do relacionamento com outras pessoas, aprendemos a perdoar, e a pedir perdão, palavra essencial no nosso vocabulário. Quando alguém nos pede perdão, ela está reconhecendo que errou. Errei, sou humano....o que fazer? Quando perdoamos reconhecemos no outro a imperfeição, mas também em nós. Tudo bem querido, eu lhe perdôo porque eu também sou humano, eu também uma vez ou outra vou errar com você.
Na ânsia de conhecer, não manipule, não force a barra. Não fique também pensando que a pessoa não quer ser conhecida porque tem algo a esconder. Temos que ver a maneira que a pessoa foi criada, a maneira que foi ensinada a se resguardar. A auto estima, a segurança ou insegurança. Como você tem reagido todas as vezes que o outro tem tentado compartilhar alguma coisa com você. Observe, você ouve e entende? Ou ouve e critica ou tenta aconselhar?
O outro geralmente se abrirá se sentir seguro de suas críticas ou a salvo de seus julgamentos. Gosto muito de uma frase e não canso de repeti-la: “um amigo é aquele que ouve sem julgar”.
Quando alguém nos fala alguma coisa, pratique a escuta....às vezes, simplesmente ser escutado já ajuda a baixar a ansiedade, a angústia. Sentir-se acolhido na sua dor, ou na sua ansiedade é essencial para que a mente pare para raciocinar melhor e ver o que está acontecendo com você mesmo. O canal de comunicação é cortado se todas as vezes que a pessoa compartilhar ouvir uma crítica, uma tentativa de resolver o problema por ela. Isto faz com que ela se sinta incapaz, ou angustiada em receber, talvez, uma resposta simplista. Sei que muitas vezes o problema, ou a angústia, ou a tristeza, não é por um motivo tão grande ou importante para quem ouve, mas para quem está sentindo é, e tudo que a pessoa precisa é de acolhimento, de um ombro, um ouvido, uma escuta.
A psicóloga Silvia Geruza (esposa do Pr. Ricardo Gondim) é especialista (pós-graduada) em Terapia Familiar e de Casal, mestra em teologia, diretora e professora do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos nas áreas de Liderança e Família.
domingo, 9 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Encontro Dezembro/2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

CHECK LIST DE COMO VAI O NAMORO NO SEU CASAMENTO?
(Psicol. Silvia Geruza)
1. Ficamos de mãos dadas: a) várias vezes por dia, especialmente quando caminhamos ou estamos em público; b) duas ou três vezes por semana, quer seja preciso quer não; c) ocasionalmente, mas não é comum; d) nunca ou quase nunca.
2. Compartilho com meu cônjuge: a) as coisas boas e ruins do dia, e nós dois gostamos de fazer isso; b) as coisas boas que aconteceram, mas quase nunca as ruins; c) uma ou duas vezes por semana, mas quase sempre estamos muito ocupados; d) muito pouco sobre o que acontece na minha vida; muito momentaneamente, e não vale a pena correr o risco.
3. Conversamos sobre: a) o que está acontecendo em nossa vida e como nos sentiu; b) os acontecimentos da vida, mas precisamos ter muito cuidado para não falar de sentimentos; é muito arriscado; c) algumas coisas, mas algumas áreas estão fora de cogitação; d) apenas o básico, filhos, carro, compromissos, dinheiro.
4. Nossa relação física e sexual é: a) excelente, na verdade, está melhor do que quando casamos; b) normal e muito satisfatório, mas raramente marcante; c) casual; d) mais difícil do que deveria.
5. Em nosso relacionamento, o romantismo: a) não esta apenas ligado ao sexo faz parte do dia-a-dia, um afago, uma troca de olhares a distância, um presente especial sem motivo nenhum; b) faz parte da maioria das vezes que fazemos amor, mas raramente em outros momentos; c) normalmente, surge em ocasiões especiais, como dia dos namorados, aniversário de casamento, etc.; d)parece ter desaparecido.
6. Em nosso casamento, o dinheiro é: a) um assunto que resolvemos juntos: b) um assunto que tentamos evitar; c) uma fonte ocasional de conflitos; d) o responsável pela guerra conjugal que vivemos.
7. Em nosso casamento, a maioria das decisões, especialmente as mais importantes, são tomadas: a) em conjunto, depois de muita conversa: b) quase sempre por um de nós; c) somente depois do trauma de um grande conflito; d) somente depois de um adiamento devido à guerra, ou nunca.
8. Resolvemos os conflitos: a) encarando cada um desses conflitos e um ao outro, de frente, compartilhando nossos sentimentos com carinho, ouvindo um ao outro; às vezes, até damos as mãos no meio de uma discussão e, depois, “fazemos as pazes”; b) em geral, ignorando-os; quase não temos conflitos, mas as exceções podem ser explosivas e até fatais; c) ás vezes, muito bem, mas alguns assuntos causam muito derramamento de sangue, palavrões e “golpes baixos”; d) muito mal, desenterramos o passado, dizemos palavrões, causamos muita dor e fazemos muitas ameaças, embora devêssemos ser bons nisso, já que discutimos um bocado.
9. Saímos para nos divertir: a) regularmente, pelo menos uma vez por semana, e gostamos muito; b) uma ou duas vezes por mês e, geralmente, gostamos; c) ocasionalmente e, às vezes, até gostamos; d) nunca; isso é coisa de solteiro, não acha?
10. Para mim, o casamento é: a) um compromisso para a vida inteira, uma parceira, o melhor relacionamento que pode existir entre duas pessoas; b) oficialmente, o mesmo que a alternativa “(a)”, mas ocasionalmente ameaçamos ou falamos que gostaríamos de não estar casados; c) exatamente o que meu cônjuge acha que aparentemente não “fomos feitos” um para o outro, mas nos suportamos; d) um milagre, quando sobrevive.
11. Meu cônjuge é: a) meu melhor amigo, meu amante e meu único interesse romântico e meu companheiro de vida; b) duas das anteriores; c) uma das anteriores; d) nenhuma das anteriores, mas pelo menos ainda estamos juntos mesmo que seja na marra.
12. Nosso relacionamento conjugal: a) dá trabalho, mas vale a pena; as recompensas excedem de longe toda a energia e o esforço; b) tem sido fácil, mas às vezes acho que deveríamos nos esforçar mais; c) quase sempre parece que não vale muito a pena; d) não merece mais o esforço.
13. Meu cônjuge me aceita: a) incondicionalmente, com verdadeira aceitação e amor, defeitos e tudo mais, do jeito que eu sou; b) na maior parte do tempo, mas certamente gostaríamos de mudar algumas coisas; c) como eu sou, mas também como um “projeto” porque está sempre me dizendo no que eu deveria melhorar; d) você disse aceita? É mais como se eu recebesse um ultimato: “ é melhor mudar, se não...”!
14. Eu aceito meu cônjuge: a) incondicionalmente, bom ou mau, com qualidades e defeitos; b) bastante, mas algumas mudanças são necessárias; c) até certo ponto, mas estou tentando mudar algumas coisas; d) quase desisti de tentar mudá-lo; quanto á aceitação, desisti dela há muito tempo.
15. Espiritualmente, nós: a) concordamos plenamente no compromisso pessoal da fé em Deus, que compartilhamos; b) temos muita fé, mas discordamos em algumas questões; c) temos pouco interesse, e isso não nos preocupa muito na maior parte do tempo; d) vivemos em uma guerra sobre questões espirituais.
16. Nos assuntos em que há discórdia, como ser rígido com os filhos ou decidir fazer uma grande compra, nós: a) discutimos os dois lados e todas as possibilidades e, depois, entramos em um acordo; b) decidimos quem terá de ceder ( normalmente, eu – normalmente ele); em outras palavras, um de nós prevalece; c) passamos de uma conversa para um grande conflito, que em geral não chega a nenhum lugar, ou um de nós se retira; d) incluímos o assunto em nossa lista de “questões delicadas” de conflito conjugal.
17. A separação, mesmo que por um breve período em razão de uma viagem de negócios: a) é difícil de suportar e mal podemos esperar para estarmos juntos novamente, e ficamos realmente felizes quando nos “re-unirmos”; b) é algo com que aprendemos a conviver com o tempo, mas ainda sentimos muita falta um do outro; c) é um alivio um período sem conflitos, brigas etc.; d) tornou-se um ponto alto em nossa vida.
18. Se eu pudesse escolher: a) meu cônjuge e eu passaríamos mais tempo juntos e viajaríamos para algum lugar especial; b) faríamos uma breve viagem juntos; ficamos entediados quando ficamos sozinhos por muito tempo; c) não iríamos a nenhum lugar juntos; não compensaria em razão das brigas, além disso existe muitas possibilidades em casa; d) gostaria de fazer uma longa viagem para o Taiti, mas sem meu cônjuge.
19. Nossos programas “românticos” de fim de semana ou noitadas são: a) normais marcados com antecedência, e fontes de grande alegria; b) ocasionais, mas gostaria que fossem mais freqüentes; c) coisas que não fazem mais parte de nossa vida como faziam antes; d) coisas que pertencem ao passado, se é que algum dia pertenceram.
20. Nossas amizades (com outros casais, pessoas etc.): a) nunca precedem nosso relacionamento e, inclusive, o fortalecem e melhoram; b) ás vezes ajudam, outras vezes atrapalham nosso relacionamento; c) não existem, não temos amigos; somos só nós dois; d) são fonte de problemas e conflitos constantes.
CLASSIFICAÇÃO: Para determinar o status do fator namoro em seu casamento, some 5 pontos para cada resposta “a”, 3 pontos para “b”, 1 ponto para “c” e zero para “d”. Depois, volte e compare esse questionário “semi-científico” com essa classificação.
80-100 Você está namorando continue assim.
60-80 Você precisa de um “ajuste de namoro”
40-60 É bom você começar a namorar, e rápido.
Menos de 40 Procure um terapeuta conjugal imediatamente.
Nova série de textos


domingo, 5 de setembro de 2010
Nosso encontro de Agosto
O livro é ótimo, trata de forma bem prática sobre os relacionamentos conjugais no que diz respeito ao dia-a-dia do casal. Uma boa leitura e uma porção de bem-casados.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Ambiguidade de ser - Encontro de Julho/2010
Fim de semana de feriadão pra uns, muitos viajando e outros com compromissos, fizeram com que poucos casais marcassem presença nesse encontro. Apenas, nossos anfitriões, André e Mari, Eu e Poly (os primeiros a chegar e por isso ganhamos prêmio), Lelo e Nilza, Anderson e Audrey, Ana e Alex e Sumaya e Pr. Shamá que foi o palestrante da noite. Dessa forma, sobrou espaço. O que não sobrou foi sossego. Mesmo sendo apenas três, eles capricharam na algazarra, mas a oração do Pr. Shamá foi forte e Mari soube logo manter a ordem confiscando o chocalho da galerinha. Só posso dizer que quem não foi perdeu. Pr. Shamá nos trouxe um exelente estudo sobre "ambiguidade de ser" que nos fez refletir um pouco sobre porque coisas ruims acontecem a pessoas boas e o que fazer e pensar nessa situação. Um belo exercício de fortalecimento da fé, estando aberto ao que Deus quer, aprimoramento dos sentidos na comunhão com Deus enriquecendo nosso espírito e valorização e reconhecimento do sacrifício de Cristo. Sem dúvida esse estudo causou um grande impacto aos que estavam presentes, não só pela profundidade do assunto, mas também pela forma com que foi exposto. Pr. Shamá além de preparar o ambiente e a platéia usando vídeos, músicas, imagens, ele interpretra nosso cotidiano e com uma linguagem "aberta, contemporânea e informal" nos confronta com que diz as escrituras. É sempre bom ouví-lo e acho que poderemos ter outras oportunidades. Para ver o material desse estudo (vídeo, áudio, slides, referências) segue o link do Projeto Conexão onde você pode encontrar esse e outros estudos: http://www.projetoconexao.org/mensagens.html
A bronca veio depois. Maristela, já sabendo das figuras que sempre marcam presença, Eliel, Marcos, Eva, Fernando e o próprio André, fez comida pra unas quarenta pessoas. Foi comida até unas horas. O jeito foi a gente mesmo dar conta daquele cachorro-quente, daqueles bolos, e até dos brigadeiros. E como a concorrência foi bem pequena, não teve o desespero que sempre tem.
Terminamos a noite com muita risada, colocando o papo em dia, matando a saudade de Sumaya e Pr. Shamá e cuidando das ferinhas na varanda.
Para ver algumas fotos desse encontro clique aqui.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Porque Deus é Humor...
Jasiel e Ivone Botelho
Sou seguidor dos blogs de Jasiel Botelho e suas charges são ótimas. Vale a pena conferir esse blog bem humorado sobre casamento, família, sexualidade, relacionamentos. Basta clicar AQUI.

quinta-feira, 15 de julho de 2010
Nosso Encontro de Junho/2010
Lelo estava calmo como sempre, e Nilza muito agitada. (:p) Filipe lá pras bandas do "Lado B" e Matheus batendo continência. Ou seria batendo prato? Também lembramos de Fabinho, Cris, Manu e Rebeca que nos receberam tantas vezes naquele lugar.
Mas nossa reunião foi muito boa.
Começamos nos apresentando na medida do possível, pois os atrasados insistiam em atrapalhar com sua chegada. Com a criançada lá pra dentro e Mari tentando colocar um filme pra eles assistirem, nós cantamos, oramos e o Pr. Estevão trouxe uma ótima reflexão sobre "As Fases do Casamento" baseado no livro "Cuidando do Casamento" de Albert Friesen, que nos desafia, de forma clara e prática, a buscar urgentemente respostas para melhoria dos relacionamentos conjugais. Um ótimo tema e pena que o tempo foi muito curto e não podemos aprofundar mais o debate. Mas quem sabe não teremos outra oportunidade para isso!?
Depois veio o lanche e a alegria foi geral: Zélia preferiu se garantir e foi logo providenciando um chazinho, mas não tivemos do que reclamar desta vez; Marcos e Eva mostraram que continuam firmes na alimentação. Mas Eliel foi o grande campeão da noite. Chegou até a se encostar na parede, pois não arredou o pé da mesa.
...a reunião foi regada a muito amendoim...
Fotos aqui.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Últimas vagas! Corram! Inscrevam-se!
Este domingo (23/05/10) é o último dia para inscrição no Congresso da Família com os preços informados. A partir de segunda-feira, haverá acréscimo de 50%. A expectativa é de que todos possam fazer sua inscrição neste prazo. Lembro o seguinte:
- o congresso já é no próximo final de semana;
- é para toda a família, de crianças à terceira idade;
- como consta no folder, haverá diversos grupos de interesse e oficinas.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Próximos Encontros
10 17 de Julho - na casa de André e Maristela (será que cabe todo mundo?) com a quentíssima participação do Pr. Shamá. Entederam ai né: Shamá - quentíssima, quentíssima - Shamá... : ) Ele falará sobre "a ambiguidade do ser" mas ainda vamos confirmar.
21 de Agosto - na casa de Léo e Kenya, faltando a confirmação de quem levará o estudo com o estudo do livro "Como mudar o que mais irrita no casamento" (Cap 1 - Alex e Ana Lúcia, Cap 2 - Bruno e Poly e Cap 3 e conclusão - Anderson e Audrey);
04 de Setembro - na casa de Marcelo e Zélia (a confirmar), faltando a confirmação de quem levará o estudo;
Outubro, Novembro e Dezembro - possivelmente com atividades de verão que pode ser um final de semana em Itamaracá, um dia no Chalés Emanuel.
Isso, fora os encontros informais, os almoços, os cuscuzes... O importante é estarmos juntos e vivenciarmos essa comunhão que é a cara desse grupo; Dar muitas risadas e claro, fazer aqueles lanchinhos básicos que ninguém é de ferro.

Nosso Encontro de Maio (15/05/2010)
O relato de Jorge mostra que o encontro foi show.
"Amados do grupo verde,
Não posso deixar de tecer meus comentários sobre a reunião passada.
Não foi muito boa, foi excelente!
Sabe Eleni, não sabia que poderíamos extrair tantos ensinamentos de Neemias para uma vida conjugal como nos foi proporcionado.
Gostaria ainda de salientar alguns pontos que não pude fazê-lo pessoalmente, pois como falei, os meninos estavam muito cansados pelo dia intenso que tiveram no sábado, tanto foi que não conseguiram ir a igreja no domingo pela manhã, ficaram descansando.
Mas muito bem:
- Percebi uma necessidade grande em nosso grupo, acho que o grande período de abstinência nos proporcionou isso. Precisamos nos encontrar algumas vezes só para bater um papo, não precisa nenhum estudo, mensagem ou trabalho semelhante, mas bater um pago de gente grande, trocar algumas experiências com quem já viveu uma vida em conjunto mais que a gente.
Às vezes passamos por problemas que precisamos compartilhar com outra(s) pessoa(s), problemas pessoais que ainda não tínhamos vivido, acho que isso é normal, são situações que com uma conversa podemos, no mínimo, refletir mais sobre a vida, nosso comportamento, nossas atitudes. Isso nos faz crescer e nos ajuda a agir da melhor forma possível para nós, nosso cônjuge e família.
Tenho alguns anos de vida conjugal, nada extraordinário como algumas que já conhecemos, mas nesse pouco tempo aprendi que, não só na vida conjugal, mas na vida em família de um modo geral precisamos de uma coisa básica que o próprio Jesus nos ensinou e devemos fazer como cristão: renúncia do eu (que coisa difícil!).
Podemos ver isso em diversas passagens na bíblia: Elias, Eliseu, Neemias, o jovem rico, os apóstolos, e o próprio Jesus, lembra o que ele disse: Pai se possível passa de mim esse cálice, mas não seja feita a minha vontade, mas a tua. Sabemos o que aconteceu, foi feita a vontade do Pai!
Quando estamos dispostos a fazer a vontade de Deus isso tem muitas implicações e a principal, que eu acho é: renunciar-se, deixar que a sua vontade seja o objetivo para fazer a vontade de Deus e porque não dizer do próximo (cônjuge, filhos, etc.).
Lembra dos mandamentos?
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo!
Mas parece que muitas vezes não estamos dispostos a fazer isso, digo estamos me incluindo como o principal que sempre só quero a fazer a minha vontade.
Quando deixamos de fazer a nossa vontade para fazer a vontade de Deus, não é fácil, mas superamos esse grande desafio com força e categoria dadas por Deus. Isso em todos os sentidos.
Colocar Deus em primeiro lugar não é fácil, o mundo é mais favorável e anda sempre na contramão de Deus.
Só há dois caminhos: o largo e o estreito.
Sabe, tive uma experiência não há muito tempo, sobre o assunto, relutei comigo mesmo, pedi forças a Deus e não fiz a minha vontade (isso é meio obscuro, talvez você não esteja entendendo, mas Deus falará ao seu coração o que é). Sabe o resultado foi difícil, mas frutífero. O fruto do espírito é permanente, a nossa vontade é que é passageira.
Como Nalon disse: não tem fórmula mágica.
A forma que cada um age ou reage em determinadas situações só serve para ele mesmo. Mas quando conhecemos pessoas que venceram situações difíceis que estamos passando uma coisa é certa: também poderemos vencer.
E o segredo é esse mesmo, Jesus disse: no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo e vós (os que crêem) vencereis também.
Acredito estarmos no caminho certo: cremos e estamos nos submetendo à vontade de Deus, isso é pelo menos o começo, ademais Deus nos conduzirá e fortalecerá e nos dará a direção certa para tomarmos, e as atitudes certas para agirmos.
É só obedecer, não é assim que aprendemos e ensinamos?
Deus nos fortaleça a cada dia, para estarmos sempre prontos para a volta de Jesus.
Em Cristo,
Jorge Moraes
Clicando aqui você pode ver algumas fotos desse maravilhoso encontro.
