Uma aréa de informação e comunhão entre casais da Igreja Batista Emanuel em Boa Viagem - Recife - PE.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Encontro Dezembro/2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

CHECK LIST DE COMO VAI O NAMORO NO SEU CASAMENTO?
(Psicol. Silvia Geruza)
1. Ficamos de mãos dadas: a) várias vezes por dia, especialmente quando caminhamos ou estamos em público; b) duas ou três vezes por semana, quer seja preciso quer não; c) ocasionalmente, mas não é comum; d) nunca ou quase nunca.
2. Compartilho com meu cônjuge: a) as coisas boas e ruins do dia, e nós dois gostamos de fazer isso; b) as coisas boas que aconteceram, mas quase nunca as ruins; c) uma ou duas vezes por semana, mas quase sempre estamos muito ocupados; d) muito pouco sobre o que acontece na minha vida; muito momentaneamente, e não vale a pena correr o risco.
3. Conversamos sobre: a) o que está acontecendo em nossa vida e como nos sentiu; b) os acontecimentos da vida, mas precisamos ter muito cuidado para não falar de sentimentos; é muito arriscado; c) algumas coisas, mas algumas áreas estão fora de cogitação; d) apenas o básico, filhos, carro, compromissos, dinheiro.
4. Nossa relação física e sexual é: a) excelente, na verdade, está melhor do que quando casamos; b) normal e muito satisfatório, mas raramente marcante; c) casual; d) mais difícil do que deveria.
5. Em nosso relacionamento, o romantismo: a) não esta apenas ligado ao sexo faz parte do dia-a-dia, um afago, uma troca de olhares a distância, um presente especial sem motivo nenhum; b) faz parte da maioria das vezes que fazemos amor, mas raramente em outros momentos; c) normalmente, surge em ocasiões especiais, como dia dos namorados, aniversário de casamento, etc.; d)parece ter desaparecido.
6. Em nosso casamento, o dinheiro é: a) um assunto que resolvemos juntos: b) um assunto que tentamos evitar; c) uma fonte ocasional de conflitos; d) o responsável pela guerra conjugal que vivemos.
7. Em nosso casamento, a maioria das decisões, especialmente as mais importantes, são tomadas: a) em conjunto, depois de muita conversa: b) quase sempre por um de nós; c) somente depois do trauma de um grande conflito; d) somente depois de um adiamento devido à guerra, ou nunca.
8. Resolvemos os conflitos: a) encarando cada um desses conflitos e um ao outro, de frente, compartilhando nossos sentimentos com carinho, ouvindo um ao outro; às vezes, até damos as mãos no meio de uma discussão e, depois, “fazemos as pazes”; b) em geral, ignorando-os; quase não temos conflitos, mas as exceções podem ser explosivas e até fatais; c) ás vezes, muito bem, mas alguns assuntos causam muito derramamento de sangue, palavrões e “golpes baixos”; d) muito mal, desenterramos o passado, dizemos palavrões, causamos muita dor e fazemos muitas ameaças, embora devêssemos ser bons nisso, já que discutimos um bocado.
9. Saímos para nos divertir: a) regularmente, pelo menos uma vez por semana, e gostamos muito; b) uma ou duas vezes por mês e, geralmente, gostamos; c) ocasionalmente e, às vezes, até gostamos; d) nunca; isso é coisa de solteiro, não acha?
10. Para mim, o casamento é: a) um compromisso para a vida inteira, uma parceira, o melhor relacionamento que pode existir entre duas pessoas; b) oficialmente, o mesmo que a alternativa “(a)”, mas ocasionalmente ameaçamos ou falamos que gostaríamos de não estar casados; c) exatamente o que meu cônjuge acha que aparentemente não “fomos feitos” um para o outro, mas nos suportamos; d) um milagre, quando sobrevive.
11. Meu cônjuge é: a) meu melhor amigo, meu amante e meu único interesse romântico e meu companheiro de vida; b) duas das anteriores; c) uma das anteriores; d) nenhuma das anteriores, mas pelo menos ainda estamos juntos mesmo que seja na marra.
12. Nosso relacionamento conjugal: a) dá trabalho, mas vale a pena; as recompensas excedem de longe toda a energia e o esforço; b) tem sido fácil, mas às vezes acho que deveríamos nos esforçar mais; c) quase sempre parece que não vale muito a pena; d) não merece mais o esforço.
13. Meu cônjuge me aceita: a) incondicionalmente, com verdadeira aceitação e amor, defeitos e tudo mais, do jeito que eu sou; b) na maior parte do tempo, mas certamente gostaríamos de mudar algumas coisas; c) como eu sou, mas também como um “projeto” porque está sempre me dizendo no que eu deveria melhorar; d) você disse aceita? É mais como se eu recebesse um ultimato: “ é melhor mudar, se não...”!
14. Eu aceito meu cônjuge: a) incondicionalmente, bom ou mau, com qualidades e defeitos; b) bastante, mas algumas mudanças são necessárias; c) até certo ponto, mas estou tentando mudar algumas coisas; d) quase desisti de tentar mudá-lo; quanto á aceitação, desisti dela há muito tempo.
15. Espiritualmente, nós: a) concordamos plenamente no compromisso pessoal da fé em Deus, que compartilhamos; b) temos muita fé, mas discordamos em algumas questões; c) temos pouco interesse, e isso não nos preocupa muito na maior parte do tempo; d) vivemos em uma guerra sobre questões espirituais.
16. Nos assuntos em que há discórdia, como ser rígido com os filhos ou decidir fazer uma grande compra, nós: a) discutimos os dois lados e todas as possibilidades e, depois, entramos em um acordo; b) decidimos quem terá de ceder ( normalmente, eu – normalmente ele); em outras palavras, um de nós prevalece; c) passamos de uma conversa para um grande conflito, que em geral não chega a nenhum lugar, ou um de nós se retira; d) incluímos o assunto em nossa lista de “questões delicadas” de conflito conjugal.
17. A separação, mesmo que por um breve período em razão de uma viagem de negócios: a) é difícil de suportar e mal podemos esperar para estarmos juntos novamente, e ficamos realmente felizes quando nos “re-unirmos”; b) é algo com que aprendemos a conviver com o tempo, mas ainda sentimos muita falta um do outro; c) é um alivio um período sem conflitos, brigas etc.; d) tornou-se um ponto alto em nossa vida.
18. Se eu pudesse escolher: a) meu cônjuge e eu passaríamos mais tempo juntos e viajaríamos para algum lugar especial; b) faríamos uma breve viagem juntos; ficamos entediados quando ficamos sozinhos por muito tempo; c) não iríamos a nenhum lugar juntos; não compensaria em razão das brigas, além disso existe muitas possibilidades em casa; d) gostaria de fazer uma longa viagem para o Taiti, mas sem meu cônjuge.
19. Nossos programas “românticos” de fim de semana ou noitadas são: a) normais marcados com antecedência, e fontes de grande alegria; b) ocasionais, mas gostaria que fossem mais freqüentes; c) coisas que não fazem mais parte de nossa vida como faziam antes; d) coisas que pertencem ao passado, se é que algum dia pertenceram.
20. Nossas amizades (com outros casais, pessoas etc.): a) nunca precedem nosso relacionamento e, inclusive, o fortalecem e melhoram; b) ás vezes ajudam, outras vezes atrapalham nosso relacionamento; c) não existem, não temos amigos; somos só nós dois; d) são fonte de problemas e conflitos constantes.
CLASSIFICAÇÃO: Para determinar o status do fator namoro em seu casamento, some 5 pontos para cada resposta “a”, 3 pontos para “b”, 1 ponto para “c” e zero para “d”. Depois, volte e compare esse questionário “semi-científico” com essa classificação.
80-100 Você está namorando continue assim.
60-80 Você precisa de um “ajuste de namoro”
40-60 É bom você começar a namorar, e rápido.
Menos de 40 Procure um terapeuta conjugal imediatamente.
Nova série de textos


domingo, 5 de setembro de 2010
Nosso encontro de Agosto
O livro é ótimo, trata de forma bem prática sobre os relacionamentos conjugais no que diz respeito ao dia-a-dia do casal. Uma boa leitura e uma porção de bem-casados.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Ambiguidade de ser - Encontro de Julho/2010
Fim de semana de feriadão pra uns, muitos viajando e outros com compromissos, fizeram com que poucos casais marcassem presença nesse encontro. Apenas, nossos anfitriões, André e Mari, Eu e Poly (os primeiros a chegar e por isso ganhamos prêmio), Lelo e Nilza, Anderson e Audrey, Ana e Alex e Sumaya e Pr. Shamá que foi o palestrante da noite. Dessa forma, sobrou espaço. O que não sobrou foi sossego. Mesmo sendo apenas três, eles capricharam na algazarra, mas a oração do Pr. Shamá foi forte e Mari soube logo manter a ordem confiscando o chocalho da galerinha. Só posso dizer que quem não foi perdeu. Pr. Shamá nos trouxe um exelente estudo sobre "ambiguidade de ser" que nos fez refletir um pouco sobre porque coisas ruims acontecem a pessoas boas e o que fazer e pensar nessa situação. Um belo exercício de fortalecimento da fé, estando aberto ao que Deus quer, aprimoramento dos sentidos na comunhão com Deus enriquecendo nosso espírito e valorização e reconhecimento do sacrifício de Cristo. Sem dúvida esse estudo causou um grande impacto aos que estavam presentes, não só pela profundidade do assunto, mas também pela forma com que foi exposto. Pr. Shamá além de preparar o ambiente e a platéia usando vídeos, músicas, imagens, ele interpretra nosso cotidiano e com uma linguagem "aberta, contemporânea e informal" nos confronta com que diz as escrituras. É sempre bom ouví-lo e acho que poderemos ter outras oportunidades. Para ver o material desse estudo (vídeo, áudio, slides, referências) segue o link do Projeto Conexão onde você pode encontrar esse e outros estudos: http://www.projetoconexao.org/mensagens.html
A bronca veio depois. Maristela, já sabendo das figuras que sempre marcam presença, Eliel, Marcos, Eva, Fernando e o próprio André, fez comida pra unas quarenta pessoas. Foi comida até unas horas. O jeito foi a gente mesmo dar conta daquele cachorro-quente, daqueles bolos, e até dos brigadeiros. E como a concorrência foi bem pequena, não teve o desespero que sempre tem.
Terminamos a noite com muita risada, colocando o papo em dia, matando a saudade de Sumaya e Pr. Shamá e cuidando das ferinhas na varanda.
Para ver algumas fotos desse encontro clique aqui.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Porque Deus é Humor...
Jasiel e Ivone Botelho
Sou seguidor dos blogs de Jasiel Botelho e suas charges são ótimas. Vale a pena conferir esse blog bem humorado sobre casamento, família, sexualidade, relacionamentos. Basta clicar AQUI.

quinta-feira, 15 de julho de 2010
Nosso Encontro de Junho/2010
Lelo estava calmo como sempre, e Nilza muito agitada. (:p) Filipe lá pras bandas do "Lado B" e Matheus batendo continência. Ou seria batendo prato? Também lembramos de Fabinho, Cris, Manu e Rebeca que nos receberam tantas vezes naquele lugar.
Mas nossa reunião foi muito boa.
Começamos nos apresentando na medida do possível, pois os atrasados insistiam em atrapalhar com sua chegada. Com a criançada lá pra dentro e Mari tentando colocar um filme pra eles assistirem, nós cantamos, oramos e o Pr. Estevão trouxe uma ótima reflexão sobre "As Fases do Casamento" baseado no livro "Cuidando do Casamento" de Albert Friesen, que nos desafia, de forma clara e prática, a buscar urgentemente respostas para melhoria dos relacionamentos conjugais. Um ótimo tema e pena que o tempo foi muito curto e não podemos aprofundar mais o debate. Mas quem sabe não teremos outra oportunidade para isso!?
Depois veio o lanche e a alegria foi geral: Zélia preferiu se garantir e foi logo providenciando um chazinho, mas não tivemos do que reclamar desta vez; Marcos e Eva mostraram que continuam firmes na alimentação. Mas Eliel foi o grande campeão da noite. Chegou até a se encostar na parede, pois não arredou o pé da mesa.
...a reunião foi regada a muito amendoim...
Fotos aqui.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Últimas vagas! Corram! Inscrevam-se!
Este domingo (23/05/10) é o último dia para inscrição no Congresso da Família com os preços informados. A partir de segunda-feira, haverá acréscimo de 50%. A expectativa é de que todos possam fazer sua inscrição neste prazo. Lembro o seguinte:
- o congresso já é no próximo final de semana;
- é para toda a família, de crianças à terceira idade;
- como consta no folder, haverá diversos grupos de interesse e oficinas.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Próximos Encontros
10 17 de Julho - na casa de André e Maristela (será que cabe todo mundo?) com a quentíssima participação do Pr. Shamá. Entederam ai né: Shamá - quentíssima, quentíssima - Shamá... : ) Ele falará sobre "a ambiguidade do ser" mas ainda vamos confirmar.
21 de Agosto - na casa de Léo e Kenya, faltando a confirmação de quem levará o estudo com o estudo do livro "Como mudar o que mais irrita no casamento" (Cap 1 - Alex e Ana Lúcia, Cap 2 - Bruno e Poly e Cap 3 e conclusão - Anderson e Audrey);
04 de Setembro - na casa de Marcelo e Zélia (a confirmar), faltando a confirmação de quem levará o estudo;
Outubro, Novembro e Dezembro - possivelmente com atividades de verão que pode ser um final de semana em Itamaracá, um dia no Chalés Emanuel.
Isso, fora os encontros informais, os almoços, os cuscuzes... O importante é estarmos juntos e vivenciarmos essa comunhão que é a cara desse grupo; Dar muitas risadas e claro, fazer aqueles lanchinhos básicos que ninguém é de ferro.

Nosso Encontro de Maio (15/05/2010)
O relato de Jorge mostra que o encontro foi show.
"Amados do grupo verde,
Não posso deixar de tecer meus comentários sobre a reunião passada.
Não foi muito boa, foi excelente!
Sabe Eleni, não sabia que poderíamos extrair tantos ensinamentos de Neemias para uma vida conjugal como nos foi proporcionado.
Gostaria ainda de salientar alguns pontos que não pude fazê-lo pessoalmente, pois como falei, os meninos estavam muito cansados pelo dia intenso que tiveram no sábado, tanto foi que não conseguiram ir a igreja no domingo pela manhã, ficaram descansando.
Mas muito bem:
- Percebi uma necessidade grande em nosso grupo, acho que o grande período de abstinência nos proporcionou isso. Precisamos nos encontrar algumas vezes só para bater um papo, não precisa nenhum estudo, mensagem ou trabalho semelhante, mas bater um pago de gente grande, trocar algumas experiências com quem já viveu uma vida em conjunto mais que a gente.
Às vezes passamos por problemas que precisamos compartilhar com outra(s) pessoa(s), problemas pessoais que ainda não tínhamos vivido, acho que isso é normal, são situações que com uma conversa podemos, no mínimo, refletir mais sobre a vida, nosso comportamento, nossas atitudes. Isso nos faz crescer e nos ajuda a agir da melhor forma possível para nós, nosso cônjuge e família.
Tenho alguns anos de vida conjugal, nada extraordinário como algumas que já conhecemos, mas nesse pouco tempo aprendi que, não só na vida conjugal, mas na vida em família de um modo geral precisamos de uma coisa básica que o próprio Jesus nos ensinou e devemos fazer como cristão: renúncia do eu (que coisa difícil!).
Podemos ver isso em diversas passagens na bíblia: Elias, Eliseu, Neemias, o jovem rico, os apóstolos, e o próprio Jesus, lembra o que ele disse: Pai se possível passa de mim esse cálice, mas não seja feita a minha vontade, mas a tua. Sabemos o que aconteceu, foi feita a vontade do Pai!
Quando estamos dispostos a fazer a vontade de Deus isso tem muitas implicações e a principal, que eu acho é: renunciar-se, deixar que a sua vontade seja o objetivo para fazer a vontade de Deus e porque não dizer do próximo (cônjuge, filhos, etc.).
Lembra dos mandamentos?
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo!
Mas parece que muitas vezes não estamos dispostos a fazer isso, digo estamos me incluindo como o principal que sempre só quero a fazer a minha vontade.
Quando deixamos de fazer a nossa vontade para fazer a vontade de Deus, não é fácil, mas superamos esse grande desafio com força e categoria dadas por Deus. Isso em todos os sentidos.
Colocar Deus em primeiro lugar não é fácil, o mundo é mais favorável e anda sempre na contramão de Deus.
Só há dois caminhos: o largo e o estreito.
Sabe, tive uma experiência não há muito tempo, sobre o assunto, relutei comigo mesmo, pedi forças a Deus e não fiz a minha vontade (isso é meio obscuro, talvez você não esteja entendendo, mas Deus falará ao seu coração o que é). Sabe o resultado foi difícil, mas frutífero. O fruto do espírito é permanente, a nossa vontade é que é passageira.
Como Nalon disse: não tem fórmula mágica.
A forma que cada um age ou reage em determinadas situações só serve para ele mesmo. Mas quando conhecemos pessoas que venceram situações difíceis que estamos passando uma coisa é certa: também poderemos vencer.
E o segredo é esse mesmo, Jesus disse: no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo e vós (os que crêem) vencereis também.
Acredito estarmos no caminho certo: cremos e estamos nos submetendo à vontade de Deus, isso é pelo menos o começo, ademais Deus nos conduzirá e fortalecerá e nos dará a direção certa para tomarmos, e as atitudes certas para agirmos.
É só obedecer, não é assim que aprendemos e ensinamos?
Deus nos fortaleça a cada dia, para estarmos sempre prontos para a volta de Jesus.
Em Cristo,
Jorge Moraes
Clicando aqui você pode ver algumas fotos desse maravilhoso encontro.
