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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Encontro Dezembro/2010

Chegamos ao fim de mais um ano e num turbilhão de emoções e sentimentos, 2010 se vai levando com ele as alegrias, tristezas, medo, coragem, correria, calmaria, encontros, despedidas, chegadas, angústia, paz, vividos nesse 365 dias. De repente nossa esperança e fé se renovam e o novo ano chega pra alentar e dar a perspectiva de que o hoje será melhor do que o ontem, e o amanhã estará nas mãos de Deus.
E foi com esse clima de gratidão, esperança, fé e amor que nos reunimos para contarmos as bênçãos do ano velho e pedirmos novas para o ano novo. Aproveitamos o meio feriado do dia 08/12, e fomos para casa de Lécio e Ilma. Como sempre foi uma reunião muito agradável, apesar do número reduzido de casais, pois muitos trabalharam e outros tinham compromisso com o coral que estava cantando ali pertinho no seminário. Só espero que ninguém tenha preferido subir o morro. (LOL) Em todos os testemunhos, vimos o agir de Deus em nossas vidas. Filhos, família, emprego, cura, livramento, aprovação, redenção, salvação, conversão, tudo fruto do amor de Deus em nós.
Klaudinha e Eliel também tinham muito a agradecer, mas se atrasaram em Lu. Chegaram só pro lanche. Na ausência de Marcos Eliel reinou soberano na grande mesa. E como comeu! E depois dormiu. Quase não sobra da "Torta de Nozes" de Ilma. André que o diga. Terminamos a noite comendo mais, vendo a gurizada subir e descer as escadas na maior festa e tirando muita foto na nossa máquina nova. Quer ver? Clique aqui.

Nosso próximo encontro será dia 08/01/2011 na casa de Lelo e Nilza, onde comemoraremos o aniversário de Nilza Sadia. Nos vemos lá.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

NATAL DIGITAL - E se o nascimento de Jesus fosse em 2010?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010


CHECK LIST DE COMO VAI O NAMORO NO SEU CASAMENTO?

(Psicol. Silvia Geruza)

1. Ficamos de mãos dadas: a) várias vezes por dia, especialmente quando caminhamos ou estamos em público; b) duas ou três vezes por semana, quer seja preciso quer não; c) ocasionalmente, mas não é comum; d) nunca ou quase nunca.


2. Compartilho com meu cônjuge: a) as coisas boas e ruins do dia, e nós dois gostamos de fazer isso; b) as coisas boas que aconteceram, mas quase nunca as ruins; c) uma ou duas vezes por semana, mas quase sempre estamos muito ocupados; d) muito pouco sobre o que acontece na minha vida; muito momentaneamente, e não vale a pena correr o risco.


3. Conversamos sobre: a) o que está acontecendo em nossa vida e como nos sentiu; b) os acontecimentos da vida, mas precisamos ter muito cuidado para não falar de sentimentos; é muito arriscado; c) algumas coisas, mas algumas áreas estão fora de cogitação; d) apenas o básico, filhos, carro, compromissos, dinheiro.


4. Nossa relação física e sexual é: a) excelente, na verdade, está melhor do que quando casamos; b) normal e muito satisfatório, mas raramente marcante; c) casual; d) mais difícil do que deveria.


5. Em nosso relacionamento, o romantismo: a) não esta apenas ligado ao sexo faz parte do dia-a-dia, um afago, uma troca de olhares a distância, um presente especial sem motivo nenhum; b) faz parte da maioria das vezes que fazemos amor, mas raramente em outros momentos; c) normalmente, surge em ocasiões especiais, como dia dos namorados, aniversário de casamento, etc.; d)parece ter desaparecido.


6. Em nosso casamento, o dinheiro é: a) um assunto que resolvemos juntos: b) um assunto que tentamos evitar; c) uma fonte ocasional de conflitos; d) o responsável pela guerra conjugal que vivemos.


7. Em nosso casamento, a maioria das decisões, especialmente as mais importantes, são tomadas: a) em conjunto, depois de muita conversa: b) quase sempre por um de nós; c) somente depois do trauma de um grande conflito; d) somente depois de um adiamento devido à guerra, ou nunca.


8. Resolvemos os conflitos: a) encarando cada um desses conflitos e um ao outro, de frente, compartilhando nossos sentimentos com carinho, ouvindo um ao outro; às vezes, até damos as mãos no meio de uma discussão e, depois, “fazemos as pazes”; b) em geral, ignorando-os; quase não temos conflitos, mas as exceções podem ser explosivas e até fatais; c) ás vezes, muito bem, mas alguns assuntos causam muito derramamento de sangue, palavrões e “golpes baixos”; d) muito mal, desenterramos o passado, dizemos palavrões, causamos muita dor e fazemos muitas ameaças, embora devêssemos ser bons nisso, já que discutimos um bocado.


9. Saímos para nos divertir: a) regularmente, pelo menos uma vez por semana, e gostamos muito; b) uma ou duas vezes por mês e, geralmente, gostamos; c) ocasionalmente e, às vezes, até gostamos; d) nunca; isso é coisa de solteiro, não acha?


10. Para mim, o casamento é: a) um compromisso para a vida inteira, uma parceira, o melhor relacionamento que pode existir entre duas pessoas; b) oficialmente, o mesmo que a alternativa “(a)”, mas ocasionalmente ameaçamos ou falamos que gostaríamos de não estar casados; c) exatamente o que meu cônjuge acha que aparentemente não “fomos feitos” um para o outro, mas nos suportamos; d) um milagre, quando sobrevive.


11. Meu cônjuge é: a) meu melhor amigo, meu amante e meu único interesse romântico e meu companheiro de vida; b) duas das anteriores; c) uma das anteriores; d) nenhuma das anteriores, mas pelo menos ainda estamos juntos mesmo que seja na marra.


12. Nosso relacionamento conjugal: a) dá trabalho, mas vale a pena; as recompensas excedem de longe toda a energia e o esforço; b) tem sido fácil, mas às vezes acho que deveríamos nos esforçar mais; c) quase sempre parece que não vale muito a pena; d) não merece mais o esforço.


13. Meu cônjuge me aceita: a) incondicionalmente, com verdadeira aceitação e amor, defeitos e tudo mais, do jeito que eu sou; b) na maior parte do tempo, mas certamente gostaríamos de mudar algumas coisas; c) como eu sou, mas também como um “projeto” porque está sempre me dizendo no que eu deveria melhorar; d) você disse aceita? É mais como se eu recebesse um ultimato: “ é melhor mudar, se não...”!


14. Eu aceito meu cônjuge: a) incondicionalmente, bom ou mau, com qualidades e defeitos; b) bastante, mas algumas mudanças são necessárias; c) até certo ponto, mas estou tentando mudar algumas coisas; d) quase desisti de tentar mudá-lo; quanto á aceitação, desisti dela há muito tempo.


15. Espiritualmente, nós: a) concordamos plenamente no compromisso pessoal da fé em Deus, que compartilhamos; b) temos muita fé, mas discordamos em algumas questões; c) temos pouco interesse, e isso não nos preocupa muito na maior parte do tempo; d) vivemos em uma guerra sobre questões espirituais.


16. Nos assuntos em que há discórdia, como ser rígido com os filhos ou decidir fazer uma grande compra, nós: a) discutimos os dois lados e todas as possibilidades e, depois, entramos em um acordo; b) decidimos quem terá de ceder ( normalmente, eu – normalmente ele); em outras palavras, um de nós prevalece; c) passamos de uma conversa para um grande conflito, que em geral não chega a nenhum lugar, ou um de nós se retira; d) incluímos o assunto em nossa lista de “questões delicadas” de conflito conjugal.


17. A separação, mesmo que por um breve período em razão de uma viagem de negócios: a) é difícil de suportar e mal podemos esperar para estarmos juntos novamente, e ficamos realmente felizes quando nos “re-unirmos”; b) é algo com que aprendemos a conviver com o tempo, mas ainda sentimos muita falta um do outro; c) é um alivio um período sem conflitos, brigas etc.; d) tornou-se um ponto alto em nossa vida.


18. Se eu pudesse escolher: a) meu cônjuge e eu passaríamos mais tempo juntos e viajaríamos para algum lugar especial; b) faríamos uma breve viagem juntos; ficamos entediados quando ficamos sozinhos por muito tempo; c) não iríamos a nenhum lugar juntos; não compensaria em razão das brigas, além disso existe muitas possibilidades em casa; d) gostaria de fazer uma longa viagem para o Taiti, mas sem meu cônjuge.


19. Nossos programas “românticos” de fim de semana ou noitadas são: a) normais marcados com antecedência, e fontes de grande alegria; b) ocasionais, mas gostaria que fossem mais freqüentes; c) coisas que não fazem mais parte de nossa vida como faziam antes; d) coisas que pertencem ao passado, se é que algum dia pertenceram.


20. Nossas amizades (com outros casais, pessoas etc.): a) nunca precedem nosso relacionamento e, inclusive, o fortalecem e melhoram; b) ás vezes ajudam, outras vezes atrapalham nosso relacionamento; c) não existem, não temos amigos; somos só nós dois; d) são fonte de problemas e conflitos constantes.


CLASSIFICAÇÃO: Para determinar o status do fator namoro em seu casamento, some 5 pontos para cada resposta “a”, 3 pontos para “b”, 1 ponto para “c” e zero para “d”. Depois, volte e compare esse questionário “semi-científico” com essa classificação.


80-100 Você está namorando continue assim.

60-80 Você precisa de um “ajuste de namoro”

40-60 É bom você começar a namorar, e rápido.

Menos de 40 Procure um terapeuta conjugal imediatamente.


ZIGLAR, Z. Namorados para sempre, Editora Vida – 2004 – São Paulo, PP. 35-39

Nova série de textos

Estamos de volta...

Depois de um bom tempo sem escrever nada, estamos de volta aproveitando que hoje é a nossa confra na casa de Lécio e Ilma, onde estaremos agradecendo a Deus pelo ano de 2010 e pedindo suas bênçãos para 2011.

E pra voltarmos em grande estilo, começaremos uma série de textos/estudos para casais e família da psicóloga Silvia Geruza (esposa do Pr. Ricardo Gondim) que é especialista (pós graduada) em Terapia Familiar e de Casal, mestra em teologia, diretora e professora do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos nas áreas de Liderança e Família.