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sábado, 30 de maio de 2009

Prova de Fogo

Confira o trailler do filme "Prova de Fogo", dos mesmo criadores de "Desafiando Gigantes", agora abordando o relacionamento conjugal. O filme conta a história de Calebe Holt, heróico capitão do corpo de bombeiros, que salva vítimas de incêndios e tem seu casamento perto de virar cinzas. Mas através de uma experiência devocional de 40 dias ele também salva seu casamento. Vale a pena assistir ao filme e ler o livro "O Desafio de Amar" que é usado pela personagem. Fica ai uma sugestão pra o grupo verde se reunir, fazer um panelão de pipoca e conferir a produção. E quem quiser adquirir o DVD ou o livro basta clicar nos links.




Casamento: o princípio da fidelidade


Infidelidade Conjugal é importante tema no campo do relacionamento humano. Ela afeta as dimensões emocional e espiritual do indivíduo, desestabiliza a família, afeta a convivência social, prejudica o desempenho profissional e pode até culminar em criminalidade.

Em algumas abordagens jornalísticas o assunto é tratado de forma jocosa ou simplesmente como algo corriqueiro que não merece maiores preocupações. Tais abordagens passam a impressão de que (in) experiências particulares ou desejos latentes dos escritores prevalecem sobre a análise crítica e norteadora.

O princípio da fidelidade foi construído culturalmente ao longo da história, com base em experiências e suas conseqüências nos grupos sociais. Sistematizado detalhadamente, geralmente através de uma tradição religiosa, é repassado de forma oral ou escrita, através dos que dominam o universo religioso. Porém, a cultura do povo e as idiossincrasias individuais determinam maior ou menor submissão ao princípio.

Os cristãos que crêem na autoridade normativa do Segundo Testamento (coleção de textos canonizados pela Igreja Católica, dentre os diversos produzidos pelos primeiros seguidores de Jesus, visando nortear posicionamentos ético-doutrinários da igreja) são mais ou menos radicais em relação ao assunto, de acordo com a formação acadêmica ou estrutura de personalidade de seus líderes.

Teorias ou posicionamentos políticos à parte, todos concordam, porém, com os danos provocados pela infidelidade. Independente, portanto, das questões teológicas, filosóficas, antropológicas, sociológicas, psicológicas, biológicas, enfim, que envolvem o assunto, é inegável a dor que caracteriza a vida dos envolvidos na infidelidade conjugal.

Se as pessoas tivessem noção prévia das conseqüências dolorosas da infidelidade, provavelmente pensariam melhor antes de, irracionalmente, darem vazão aos sentimentos motivadores. Digo irracionalmente porque, via-de-regra, a infidelidade é impulsionada por uma força interior aparentemente incontrolável, capaz de fazer com que o candidato a infiel ou não enxergue as conseqüências ou, simplesmente decida arriscar-se a pagar o preço das possíveis conseqüências. Sem ajuda externa, de pessoa qualificada técnica, emocional e espiritualmente, dificilmente se consegue alterar o propósito do coração.

O triste é que, consumado o objetivo, verifica-se, primeiro, que um ato é insuficiente para satisfazer o desejo e, mais tarde, que todo o prazer alcançado é infinitamente menor do que os efeitos colaterais dolorosos que produz. Diante dos sentimentos destrutivos que assediam o coração, alguns tentam abafá-los envolvendo-se em ativismo doentio, excesso de álcool ou uso de drogas, legalizadas ou não. O corpo fragiliza-se e enfermidades aparecem, como no caso de Davi (Salmo 32.2). A dor é tal, pelo menos nos mais sensíveis a valores espirituais, que o fantasma da morte ronda em forma de desejo. Somente a graça divina, manifesta através de pessoa qualificada pode restaurar o equilíbrio na alma.

Quem se envolve em infidelidade é incapaz de mensurar as conseqüências na vida do cônjuge. Este, independente das explicações teóricas, parece ser o que sofre mais. O fato de sentir-se vítima de traição, a perda da confiança em alguém que faz parte de seus pilares de sustentação emocional, a tristeza de saber que o afeto antes tido como somente seu ter sido canalizado para outrem, os efeitos humilhantes da repercussão social, a tomada de consciência da falta de controle na situação em que o fato se deu, a própria indignação da cruel invasão de terceiros na intimidade daquele que lhe era sagrado, enfim, podem culminar em reações drásticas, irracionais e irreversíveis. O pensamento dominante é que, eliminando-se os traidores, elimina-se a dor. Crimes passionais, portanto, não ocorrem por amor ou ódio, mas pelo desejo de eliminar a própria dor.

O resultado final de um ato de infidelidade é imprevisível. Pode haver restauração da relação, uma simples separação ou até, em casos extremos, ações criminosas. Por isso, é essencial que se busque a imediata restauração do equilíbrio emocional, seguida de reflexão sobre possíveis causas, sob monitoramento de pessoa qualificada.

A restauração da relação é possível, conquanto longa e dolorosa. A transparência e a verdade como meios de resgate da confiança, são essenciais. A abertura para reconhecimento de necessidades não supridas na relação, surgidas antes ou durante o casamento, bem como de possíveis erros cometidos por ambos nos processos que antecederam ao fato, são indispensáveis. A busca de ajuda espiritual, visando restaurar a graça, a misericórdia, o respeito, o afeto, o amor mútuo, enfim, são fundamentais. Somente quando nos abrimos, ainda que através de uma pequena brecha, para o agir divino, algo novo e bom pode acontecer.


Pr. Edvar Gimenes

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Casamento: O princípio da cumplicidade


"Eu quero uma mulher que seja diferente de todas que eu já tive, de todas tão iguais; que seja minha amiga, amante, confidente, a cúmplice de tudo que eu fizer a mais". (A cúmplice, de Juca Chaves) Cumplicidade é uma palavra do mundo criminal. Refere-se à participação num crime, seja de forma direta, seja como testemunha que silencia visando não prejudicar o criminoso. Duas outras importantes palavras estão associadas a ela: conivente e cooperante. A primeira é mais popularmente utilizada num sentido reprovável e significa fingir não ver o mal que o outro pratica. A segunda, ao contrário, é mais usada positivamente e tem a ver com colaboração num projeto ou processo do qual mais de uma pessoa estão envolvidas. Aplicada ao casamento, ela pode tornar-se fonte de sucesso na vida a dois. Entretanto, para que isso ocorra é fundamental que se tenha profunda clareza de seu significado. Cada cônjuge traz consigo uma bagagem cultural que inclui crenças e valores. No dia-a-dia do casamento as situações fazem eclodir diferenças existentes entre os dois. Quando tais diferenças acontecem num momento de diálogo que não envolve decisões, a troca de opiniões pode culminar com mudanças ou manutenção no conteúdo do pensamento. O problema é quando uma situação concreta exige posicionamento, definição. Tomemos, por exemplo, uma situação em que um filho age de maneira errada. A mãe, com suas crenças e valores, dialoga com o filho mostrando-lhe o que ele fez e compara com o que ele deveria ter feito. O parâmetro que define o certo, no caso, seria o que a mãe crê ser o certo. Portanto, a postura correta do filho seria aquela que está em acordo com o que ela compreende ser o modo correto de agir. Digamos que o pai tenha uma crença diferente da mãe. Como ele deveria agir diante do filho corrigido? Aqui está uma causa comum de conflito no casamento. Se o princípio da cumplicidade for o norte da relação, a divergência seria primeiramente equacionada entre o casal para depois ser comunicada ao filho. Porém, não havendo cumplicidade o pai contraria a mãe perante o filho causando tanto o enfraquecimento da autoridade dela, quanto uma confusão na cabeça da criança. O mesmo problema pode ocorrer perante parentes, amigos, colegas de trabalho ou irmãos na fé. Quando há divergência de atitudes, palavras ou ações, em vez de expor o cônjuge ao descrédito, a cumplicidade se manifesta na ação de procurar-se primeiramente ouvi-lo e, equacionada a diferença, formalizar a posição. Escrever isso é fácil, porém, geralmente a equação de tais diferenças vem carregada de emoção, cegando nossa capacidade de refletir e agir. A postura de corregedor adotada por um dos cônjuges dificulta o desenvolvimento da cumplicidade. Por acreditar que suas crenças e valores são as melhores ou mais certas, o corregedor sempre tenta corrigir ou outro em caso de divergência. A ausência de diálogo visando afinar posturas e de humildade para rever valores anula a cumplicidade. A expressão "uma só carne" como algo que acontece no ato da legalização da relação ou da consumação sexual é um mito. Seremos eternamente unidades autônomas. É um equívoco acreditar que no ato conjugal ocorre uma fundição de dois seres, transformando-os em um só. As diferenças sempre existirão e eclodirão na caminhada. Nesse caso, a cumplicidade reconhece a individualidade do outro e a necessidade de abertura eterna para o diálogo, visando produzir harmonia. Não há harmonia nem cumplicidade, mas castração, quando, em vez de diálogo, um impõe e o outro silencia. Cumplicidade não significa eliminar a possibilidade de cada um manter suas particularidades, nem nos obriga a sermos um livro aberto. A transparência é saudável na relação, mas o grau e o momento de sua aplicação deve ser bem calculado, a fim de não transformá-la numa arma contra o casamento. Se Paulo defende que a verdade deve ser dita em amor (Ef. 4.15), isso significa que há outras motivações, inclusive maléficas, para dizê-la. Assim, compete a nós administrarmos a motivação, o tempo e a forma de torná-la pública. O mesmo se dá com a cumplicidade. Seu desenvolvimento deve ser movido pelo respeito mútuo, pela confiança e amor. Sem isso, em vez de arma a favor do fortalecimento, ela "fragiliza" e destrói a relação.


Pr. Edvar Gimenes

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Uma visita ao lar


Em nosso último encontro no dia 18/04/09, na nova residência de Klaudinha e Eliel, definimos algumas ações para o Grupo Verde. Começando com visitas a algumas instituições e decidimos que a primeira seria o “Lar Batista para Anciãos”, na Várzea. O dia escolhido foi 17/05/09 (3º domingo). Fiquei responsável em estabelecer contato como a coordenação do Lar para agendarmos a nossa ida. Ao ligar para marcar, fui informada que um grupo de outra igreja também visitaria o lar naquele dia e seria responsável pela direção do culto (a visita começa com a realização de um culto das 15 as 16). Nina, a moça que me atendeu, perguntou ser teria problema cultuarmos junto com eles. Respondi que seria uma alegria imensa para nós. No dia marcado, às 15h15 chegamos ao Lar Batista para Anciãos: Klaudinha e Eliel, Polyana e Bruno, Jorge, Rosiane e filhos, eu e Aureliano, e Eva e Elurdiane (desacompanhadas dos esposos que ainda choravam a saída da Libertadores). O culto já havia iniciado (eles são pontuais). Interromperam o culto para nos receber e qual não foi a nossa surpresa, ao constatarmos que o outro grupo não havia chegado. Ficamos um pouco confusos quando o coordenador do Lar, irmão Luis Carlos, falou da alegria que estavam sentindo pela nossa visita e nos passou a direção do culto. “Senhor tem misericórdia!!!”, foi o nosso sentimento. Imagine vários pares de olhos com anos e anos de experiências, cheios de expectativas para a continuação do culto. Fui à frente, apresentei nosso grupo e expressei a alegria imensa por estarmos ali para juntos louvarmos ao Senhor. Cantamos em grupo, Elurdiane fez um solo e Eliel trouxe a mensagem bíblica. Não posso deixar de mencionar o coro de Idosos “que nos emocionou”. Quanta beleza naquelas vozes já cansadas, marcadas pelo tempo! Maior emoção ainda, quando um grupo de idosos cantou de pé para nós, uma música de boas vindas. Aureliano foi abraçado com muito carinho por uma das residentes. Ficou arrepiado de tanta emoção! Ao término do culto, fizemos a entrega da doação de fraldas geriátricas e leite em pó. A irmã Gersonita, responsável pelo lar, louvou a Deus por sua fidelidade. Seus olhos brilharam, pois a carência desses itens é grande. Em seguida fomos visitar as instalações do lar e o cantinho de cada residente. Foi muito impactante!!!! Tantas histórias!!! E a despeito da realidade de estarem distantes de seus entes queridos e bens, demonstravam alegria, resignação e confiança naquele que até o fim foi vencedor, JESUS. Que tarde maravilhosa!! Saímos de lá tão abençoados por vê-los felizes com o simples fato da nossa visita. Não custa nada. Apenas duas horas de visita. Mas faz uma grande diferença!!!



ps . Não sei como explicar, mas Eva encontrou uma residente que foi sua amiga de infância. E para ver as fotos basta clicar aqui.



Nilza Barros

Coord. de Serviço Social do Grupo Verde

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Mês da Família

Durante o mês de maio estaremos comemorando o Mês da Família. O tema será “Experimentando Intimidade com Deus na Família”, e o texto bíblico de referência, ”Josué 24:15c “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. Teremos a seguinte programação:

1- Momento de oração pelas famílias, todos os dias das 7 às 8h, na sala de oração;
2 - Culto temático no próximo domingo pela manhã, o preletor será o pastor Estevão Costa;
3 - Café da família, todas as quartas-feiras, às 18h;
4 - Caminhada em Prol da Família, no sábado, dia 16, das 9 às 11h (veja detalhes a seguir);

"Neste sábado, 16 de maio, teremos a 2ª Caminhada Pela Valorização da Família. Sua participação assim como de sua família e dos seus amigos, é muito importante. Queremos dizer à população de Recife que nós, evangélicos, valorizamos a família, pois ela nasceu no coração de Deus.Estaremos nos reunindo às 8h30 em frente ao 2º jardim, na Av. Boa Viagem. Às 9h começaremos a caminhada, distribuindo folhetos com os pedestres e carros que estiverem passando, indo até o Pólo Pina.Vocês poderão ir à pé, de bicicleta, patins e etc.Teremos um trenzinho para crianças e idosos.Esperamos por vocês sábado! PARTICIPE!
Um grande abraço,

Pr.Estevão e Suely

Além disso tudo você pode visitar “O Cantinho da Família”, que se encontra ao lado da sala do Ministério. Lá você irá encontrar galeria de fotos, textos selecionados por interesses e muito mais!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Casamento: o princípio da igualdade



Ouvi de uma senhora que foi à delegacia da Mulher no Recife denunciar seu marido por violência. Ambos - esposa e esposo - foram primeiramente atendidos pela assistente social. A seguir, enquanto a esposa era atendida pela delegada, a assistente social perguntou ao marido sobre os motivos da agressão. A justificativa foi que, sendo ambos evangélicos, ele não admitia que ela não se sujeitasse a ele, como mandava a Bíblia. O princípio da igualdade de direitos e deveres na relação marido-mulher é tão claro nas páginas do Novo Testamento que apenas mencionarei cada um deles, sem comentários, exceto o último - igualdade na sujeição mútua -, uma vez que é o único citado pelos que defendem a heresia da submissão da mulher no casamento. I. Igualdade na condição de filhos de Deus "Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram. Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus" (Gal. 3.26-28 NVI); II. Igualdade na quantidade de parceiros"... por causa da imoralidade, cada um deve ter sua própria esposa, e cada mulher seu próprio esposo" (I cor. 7.2 NVI); III. Igualdade na autoridade sobre o corpo "A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher" (I cor. 7.4-5 NVI); IV. Igualdade no cumprimento dos deveres conjugais "O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com sua mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido" (I cor. 7.3 NVI); V. Igualdade na interdependência "No senhor, todavia, a mulher não é independente do homem, nem o homem independente da mulher. Pois assim como a mulher proveio do homem, também o homem nasce da mulher. Mas tudo provém de Deus". (I Cor. 11.11-12 NVI); VI. Igualdade na manifestação de amor "Maridos, ame cada um a sua mulher..." (Ef. 5.25 NVI); "...assim, poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos..." (Tito 2.4 NVI); VII. Igualdade na sujeição mútua "Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo" (Ef. 5.21 NVI). Na seqüência desse texto, quando a orientação é direcionada à mulher (Ef. 5.22-24), a palavra submissão não aparece no original grego. A explicação que deduzo para a inclusão dela em nossas bíblias é de natureza ideológica, visando reforçar a tradição cultural da submissão. (Se quer entender melhor a influência ideológico-doutrinária na tradução da Bíblia, leia o texto de Luiz Sayão sobre o "Perfil Teológico da Nova Versão Internacional" - NVI em: http://www.editoravida.com.br/biblias_nvi/perfil_teologico.asp). Além disso, a própria recomendação de submissão começa a clarear quando é justificada por conveniência, nas palavras de Paulo ("... como convém a quem está no Senhor" (Col. 3.18 NVI)) e ganha brilho total como estratégia de evangelização, nas palavras de Pedro ("... a fim de que, se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras, pelo procedimento da mulher..." (I Pd. 3.1 NVI)). Observe que, no contexto das palavras de Pedro, ele se dirigia aos escravos ensinando que deveriam sujeitar-se aos seus senhores e usa o exemplo da sujeição de Jesus diante de injustiças, em função de uma finalidade maior que era levar pessoas à salvação. Deduz-se daí que tanto a sujeição de escravos quanto a das esposas, seriam tão injustas quanto os sofrimentos impostos a Jesus (I Pd. 2.21-24), mas sua aceitação deveria se dar porque havia algo maior em vista: a salvação de pessoas. Portanto, a sujeição recomendada não tem por objetivo perpetuar um modelo de casamento no qual as mulheres devem sujeitar-se unilateralmente aos maridos, mas estimular uma atitude que poderia facilitar a conversão deles, numa cultura machista. Logo, se marido e mulher forem cristãos, a finalidade da recomendação perde o sentido. Se o marido não for cristão, a prática da sujeição deve ser fruto de uma iniciativa desejada pela mulher e não uma regra imposta doutrinariamente, por mais piedosa que a recomendação pareça ser ou por mais virtuosa que seja a intenção dos legisladores da vida alheia. Portanto, não há como justificar a submissão unilateral da mulher, imposta como modelo permanente de relacionamento conjugal. A pergunta que me faço é: se marido e mulher são iguais na condição de filhos de Deus; no cumprimento de deveres conjugais; na autoridade sobre o corpo; na interdependência; na manifestação de amor e na sujeição, o que pretendem os que apregoam a heresia da submissão da mulher? Será que poderiam mencionar exemplos práticos de áreas que restam ou em que desejam a submissão de suas mulheres?
Pr. Edvar Gimenes