
Primeiro foram as mulheres com Klaudinha, depois os homens com Eliel.
Manuca, Anderson, Bruno, Fabinho, Marcos (que morre de medo de elevador), Aureliano e Eliel. 7 pessoas.
O Elevador comporta 8 ou 560 Kg. Subiu normal (aparentemente) mas parou de forma totalmente anormal.
Ao chegarmos no 14º andar (ou quase), o danado deu o tilte. Na verdade parou antes. Nem pra cima nem pra baixo. E ai começou a agonia: - Liga pro porteiro.
- Liga pro Bombeiro. - Liga pra OTIS (fabricante do elevador). - Liga pra avisar às mulheres o que tá acontecendo, mas diz que estamos bem. Pense numa agonia! O porteiro chegou no 14º andar, abriu a porta e resolvemos tirar dois pra ver se voltava a funcionar. Lelo e Marcos (esse não conseguiria ficar mesmo) saíram aos empurrões e ai aconteceu o susto maior. Depois que eles saíram e o porteiro resetou o elevador (será o Windows pra dar Ctrl+Alt+Del quando trava???) o bixo simplesmente desceu até o 13º andar numa certa velocidade e só parou com a ação do freio de emergência. Imagina um caminhão freiando bruscamente. Você escuta o barulho do pneu no asfalto e o cheiro de borracha queimada. O cheiro não tinha, mas o barulho teve e bem alto. PELAMORDEDEUS!!! Agora a coisa ficou um pouco mais séria. O velho frio na barriga (aquele que dá quando a gente tá na roda-gigante), o suor descendo feito cachoeira e tudo escuro (o infeliz tinha travado nessa descida e apagou foi tudo). Abrimos a porta pra não morremos de calor, Klaudinha e Karine trouxeram água pra refrescar e acalmar, os vizinhos vieram acompanhar e agora era só esperar o técnico da OTIS, que já tinha sido acionado. Ai me chega um japa, baixinho, magrinho e diz na maior calma: "- Ainda estão ai? Podem sair. O elevador está travado. Nem sobe, nem desce." Ah bom! Agora sim. Com a certeza (quem tinha certeza realmente?) de que nenhum acidente poderia acontecer, saimos todos. Bem rápido, é claro. Descemos de elevador mesmo de 3 em 3 pra não arriscar. Menos Marcos que foi pela escada. Ele tinha falta de ar só em olhar pra gente dentro do elevador. Contamos tudo para as mulheres, rimos e oramos para agradecer a Deus. É dEle o conhecimento de todas as coisas e por isso o adoramos. O certo é que sabemos que foi um livramento. São 3:30 da madrugada e agora em terra firme não seguro as lágrimas.
Só que ela deu falta do pai Fabinho e começou a chamar por ele. Na maior inocência, Nilza falou que ele estava numa reunião. Segundo Marcos, essa foi
uma reunião de terror. Todos pensavam que ela realmente estava convencida disso. Doce ilusão. No carro, voltando pra casa, comentamos sobre
a tal reunião e ela dispara mostrando toda sua esperteza: "O papai não tava em reunião. Ele tava preso no elevador!" Durma com uma bronca dessa! Só Manuela pra nos fazer rir depois de um susto desse.
Manuca, Anderson, Bruno, Fabinho, Marcos (que morre de medo de elevador), Aureliano e Eliel. 7 pessoas.
O Elevador comporta 8 ou 560 Kg. Subiu normal (aparentemente) mas parou de forma totalmente anormal.
Ao chegarmos no 14º andar (ou quase), o danado deu o tilte. Na verdade parou antes. Nem pra cima nem pra baixo. E ai começou a agonia: - Liga pro porteiro.
- Liga pro Bombeiro. - Liga pra OTIS (fabricante do elevador). - Liga pra avisar às mulheres o que tá acontecendo, mas diz que estamos bem. Pense numa agonia! O porteiro chegou no 14º andar, abriu a porta e resolvemos tirar dois pra ver se voltava a funcionar. Lelo e Marcos (esse não conseguiria ficar mesmo) saíram aos empurrões e ai aconteceu o susto maior. Depois que eles saíram e o porteiro resetou o elevador (será o Windows pra dar Ctrl+Alt+Del quando trava???) o bixo simplesmente desceu até o 13º andar numa certa velocidade e só parou com a ação do freio de emergência. Imagina um caminhão freiando bruscamente. Você escuta o barulho do pneu no asfalto e o cheiro de borracha queimada. O cheiro não tinha, mas o barulho teve e bem alto. PELAMORDEDEUS!!! Agora a coisa ficou um pouco mais séria. O velho frio na barriga (aquele que dá quando a gente tá na roda-gigante), o suor descendo feito cachoeira e tudo escuro (o infeliz tinha travado nessa descida e apagou foi tudo). Abrimos a porta pra não morremos de calor, Klaudinha e Karine trouxeram água pra refrescar e acalmar, os vizinhos vieram acompanhar e agora era só esperar o técnico da OTIS, que já tinha sido acionado. Ai me chega um japa, baixinho, magrinho e diz na maior calma: "- Ainda estão ai? Podem sair. O elevador está travado. Nem sobe, nem desce." Ah bom! Agora sim. Com a certeza (quem tinha certeza realmente?) de que nenhum acidente poderia acontecer, saimos todos. Bem rápido, é claro. Descemos de elevador mesmo de 3 em 3 pra não arriscar. Menos Marcos que foi pela escada. Ele tinha falta de ar só em olhar pra gente dentro do elevador. Contamos tudo para as mulheres, rimos e oramos para agradecer a Deus. É dEle o conhecimento de todas as coisas e por isso o adoramos. O certo é que sabemos que foi um livramento. São 3:30 da madrugada e agora em terra firme não seguro as lágrimas.
Só que ela deu falta do pai Fabinho e começou a chamar por ele. Na maior inocência, Nilza falou que ele estava numa reunião. Segundo Marcos, essa foi
uma reunião de terror. Todos pensavam que ela realmente estava convencida disso. Doce ilusão. No carro, voltando pra casa, comentamos sobre
a tal reunião e ela dispara mostrando toda sua esperteza: "O papai não tava em reunião. Ele tava preso no elevador!" Durma com uma bronca dessa! Só Manuela pra nos fazer rir depois de um susto desse.
3 comentários:
kkkkkkkkkk!
Bruno foi uma noite e tanto.Você escreve muito bem. Enquanto lia,revivi todo aquele momento.Ri e chorei.Nilza
Pessoal,foi muito legal e esse cara escreve bem heim!!!
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